Una carezza in un pugno

( Canta: Adriano Celentano )
( Autor: Adriano Celentano - 1968 )

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  • Una carezza in un pugno - Adriano Celentano

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Originale


A mezzanotte sai
che io ti penserò,
ovunque tu sarai, sei mia.
E stringerò il cuscino fra le braccia
mentre cercherò il tuo viso
che splendido nell'ombra apparirà.
Mi sembrerà di cogliere
una stella in mezzo al ciel,
così tu non sarai lontano
quando brillerai nella mia mano.

Ma non vorrei che tu, a mezzanotte e tre,
stai già pensando a un altro uomo.
Mi sento gia sperduto
e la mia mano dove prima tu brillavi
è diventata un pugno chiuso, sai.
Cattivo come adesso non lo sono stato mai,
e quando mezzanotte viene,
se davvero mi vuoi bene,
pensami mezz'ora almeno
e dal pugno chiuso una carezza nascerà.

E stringerò il cuscino tra le braccia
mentre cercherò il tuo viso
che splendido nell'ombra apparirà.

Ma non vorrei che tu a mezzanotte e tre,
stai gia pensando a un altro uomo.
Mi sento gia sperduto
e la mia mano dove prima tu brillavi
e' diventata un pugno chiuso, sai.
Cattivo come adesso non lo sono stato mai,
e quando mezzanotte viene,
se davvero mi vuoi bene,
pensami mezz'ora almeno
e dal pugno chiuso una carezza nascerà.

E stringerò il cuscino tra le braccia
mentre cercherò il tuo viso
che splendido nell'ombra apparirà.

Tradução


A meia noite sabes
que eu te pensarei,
onde tu estiveres, serás minha.
E agarrarei o travesseiro entre os braços
enquanto procurarei teu rosto
que esplendoroso na sombra aparecerá.
Me parecerá de colher
uma estrela no meio do céu,
assim tu não estarás longe
quando brilhares na minha mão.

Mas não queria que tu, a meia noite e três,
estivesse já pensando num outro homem.
Me sinto já perdido
e a minha mão onde antes tu brilhavas
se torna um punho fechado, sabes.
Malvado como agora nunca fui,
e quando meia noite chegar,
se de verdade me queres bem,
pense em mim meia hora ao menos
e do punho fechado uma carícia nascerá.

E agarrarei o travesseiro entre os braços
enquanto procurarei teu rosto
que esplendoroso na sombra aparecerá.

Mas não queria que tu, a meia noite e três,
estivesse já pensando num outro homem.
Me sinto já perdido
e a minha mão onde antes tu brilhavas
se torna um punho fechado, sabes.
Malvado como agora nunca fui,
e quando meia noite chegar,
se de verdade me queres bem,
pense em mim meia hora ao menos
e do punho fechado uma carícia nascerá.

E agarrarei o travesseiro entre os braços
enquanto procurarei teu rosto
que esplendoroso na sombra aparecerá.

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