La società dei Magnaccioni

( Canta: Antonio Romano )
( Autor: Anônimo - 1908 )

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Originale


Fatece largo che passamo noi,
sti giovenotti de 'sta Roma bella,
semo regazzi fatti cor pennello
e le regazze famo innammorà.

E le regazze famo innammorà!

Ma che ce frega, ma che ce 'mporta
si l'oste ar vino cià messo l'acqua,
e noi je dimo, e noi je famo:
"Ciai messo l'acqua e nun te pagamo".

Ma però noi semo quelli
che j'arisponnemo 'n coro:
"E' mejo er vino de li Castelli
che de 'sta zozza società".

E si pe' caso la sòcera mòre
se famo du' spaghetti matriciani,
se famo um par de litri velletrani,
s'imbrïacamo e 'n ce penzamo più.

S'imbrïacamo e 'n ce penzamo più!

Ma che ce frega, ma che ce 'mporta
se l'oste ar vino cià messo l'acqua,
e noi je dimo, e noi je famo:
"Ciai messo l'acqua e nun te pagamo".

Ma però noi semo quelli
Che j'arisponnemo 'n coro:
"E' mejo er vino de li Castelli
che de 'sta zozza società".

Ce piaceno li polli,
l'abbacchio e le galline,
perchè sò senza spine,
nun sò com'er baccalà.

La società dei Magnaccioni,
la società de la gioventù,
a noi ce piace de magna e beve
ma nun ce piace de lavorà.

Pòrtece 'n'antro litro,
che noi se lo bevemo,
e poi j'arisponnemo:
"Embè? Embè? Che c'è?"

E quanno er vino 'mbè,
ciariva ar gozzo 'mbè,
ar gargarozzo 'mbè,
Ce fa 'n ficozzo 'mbè.

Pe' falla corta, pe' falla breve:
"Mio caro oste pòrtece da beve".
Da beve! Da beve!
Olè!!

Tradução


Abram alas que passamos nós,
os jovens desta Roma bela,
somos garotos feitos com o pincel
e as garotas fazemos apaixonar.

E as garotas fazemos apaixonar!

Mas o que interessa, mas o que importa
se o taberneiro colocou água no vinho,
e nós lhe dissemos, e nós lhe falamos:
"Colocastes água e não te pagamos".

Mas porém nós somos aqueles
que lhe respondemos em coro:
"É melhor o vinho dos "Castelli"
que esta suja sociedade".

E se por acaso a sogra morre
nós fazemos dois espaguetes "à matriciana",
bebemos um par de litros "velletrani",
nos embriagamos e não pensamos mais nisso.

Nos embriagamos e não pensamos mais nisso!

Mas o que interessa, mas o que importa
se o taberneiro colocou água no vinho,
e nós lhe dissemos, e nós lhe falamos:
"Colocastes água e não te pagamos".

Mas porém nós somos aqueles
que lhe respondemos em coro:
"É melhor o vinho dos "Castelli"
que esta suja sociedade".

Gostamos de frangos,
cordeiros e galinhas,
porque não tem espinhas,
não são como o bacalhau.

A sociedade dos Comedores,
a sociedade da juventude,
nós gostamos de comer e beber
mas não gostamos de trabalhar.

Traz outro litro,
que nós o bebemos,
e depois lhe diremos:
"E aí? E aí? O que há?"

E quando o vinho (e aí),
chega no nosso bucho (e aí),
na garganta (e aí),
dá disposição de beber (e aí).

Para encurtar, para abreviar:
"Meu querido taberneiro traga-nos de beber".
De beber! De beber!
Olé!!

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