Arlecchino gitano

( Canta: Dalida )
( Autores: Giraud - Trojac - 1961 )

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Originale


Quando un vibrar di chitarra accorata e bizzara,
nasce cercando la luna che risplende serena,
un Arlecchino gitano arriva da lontano
e canta la serenata ai sogni di Granada.

È primavera là nell'Estremadura,
sboccia la gioventù che però non dura,
triste è l'autunno, già viene con la sera,
meglio perciò baciar ogni bocca che puoi trovar.

Quell'Arlecchino gitano che arrivò da lontano,
desta un vibrar di chitara accorata e bizzara,
e sotto un raggio di luna rivede Colombina
che ascolta la serenata di un Pierrot di Granada.

È primavera là nell'Estremadura,
lei lo lasciò perché mai l'amore dura,
e quando lo baciò non fu mai sincera,
meglio dimenticar, alla bianca luna cantar.

Quando un vibrar di chitarra accorata e bizzara,
nasce cercando la luna che risplende serena,
un Arlecchino gitano arriva da lontano
e canta la serenata ai sogni di Granada.

È primavera ancor nell'Estremadura,
egli ha vent'anni, il cuore non si dispera,
certo una bocca ancor troverà sincera
che gli farà scordar chi lo volle un giorno lasciar.

Tradução


Quando um vibrar de guitarra atormentada e caprichosa,
nasce buscando a lua que resplende serena,
um Arlequim cigano chega de longe
e canta a serenata aos sonhos de Granada.

É primavera lá na Estremadura,
desabrocha a juventude que porem não dura,
triste é o outono, já chega com a noite,
melhor portanto beijar cada boca que podes encontrar.

Aquele Arlequim cigano que chegou de longe,
acorda um vibrar de guitarra atormentada e caprichosa,
e sob um raio de lua revê Colombina
que escuta a serenata de um Pierrot de Granada.

É primavera lá na Estremadura,
ela o deixou porque nunca o amor dura,
e quando o beijou nunca foi sincera,
melhor esquecer, cantar para a branca lua.

Quando um vibrar de guitarra atormentada e caprichosa,
nasce buscando a lua que resplende serena,
um Arlequim cigano chega de longe
e canta a serenata aos sonhos de Granada.

É primavera ainda na Estremadura,
ele tem vinte anos, o coração não desespera,
de certo uma boca sincera ainda encontrará
que lhe fará esquecer quem um dia quis deixa-lo.

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